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Linguagens do amor

Uso os quatro cavaleiros do apocalipse nas minhas discussões?

15 perguntas · ~2 min

Pergunta 1 de 15 · uso dos quatro cavaleiros do apocalipse (Gottman) nas discussões de casal

Quando discuto com o meu parceiro, tendo a criticar como ele é, não só o que fez.

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Mais sobre este teste

O psicólogo John Gottman, depois de décadas a observar casais no seu «Love Lab» da Universidade de Washington, identificou quatro padrões de conflito a que chamou os quatro cavaleiros do apocalipse: crítica, desprezo, atitude defensiva e evasão (stonewalling). Segundo a sua investigação, a presença sustentada destes padrões prevê o desgaste de uma relação melhor do que a própria frequência das discussões.

  • Baixo: discutes sem recorrer com frequência a estes quatro padrões.
  • Moderado: aparecem nalgumas discussões, sem serem o habitual.
  • Alto: fazem parte habitual de como discutes com o teu parceiro.

15 afirmações, cerca de 3 a 4 minutos. Pensa na tua forma habitual de discutir com o teu parceiro, não numa discussão pontual.

Todos os resultados possíveis

Presença baixa dos quatro cavaleiros

As tuas discussões não parecem apoiar-se com frequência em crítica, desprezo, atitude defensiva ou evasão, os quatro padrões que Gottman associa ao desgaste de uma relação.

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«Gottman não diz que discutir seja o problema: diz que a forma de discutir, e em concreto a presença destes quatro padrões, é o que melhor prevê o rumo de uma relação.»

O que significa esta pontuação

As tuas respostas não mostram um padrão marcado de crítica à pessoa, desprezo, atitude defensiva constante nem evasão do conflito. Isto não significa que não discutam: significa que, quando o fazem, o desacordo não parece degenerar com frequência nestes quatro padrões concretos.

Como se nota no dia a dia

  • Costumas queixar-te de um facto concreto, sem o transformares num julgamento sobre como é a outra pessoa.
  • Custa-te menos do que à média reconhecer a tua parte de responsabilidade quando algo corre mal.
  • Depois de uma discussão, recuperas a proximidade sem precisares de muito tempo.

Um esclarecimento importante

Este resultado é orientativo e divulgativo, inspirado nos quatro cavaleiros do apocalipse descritos por John Gottman (1999) a partir da sua investigação no «Love Lab»: não é um diagnóstico da relação nem substitui o acompanhamento de um profissional qualificado.

Presença moderada dos quatro cavaleiros

Algum dos quatro padrões (crítica, desprezo, defensividade ou evasão) aparece nas tuas discussões de casal, sem ser o habitual.

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«Nenhum padrão isolado afunda uma relação: o que Gottman descreve como um verdadeiro sinal de alarme é que estes quatro padrões se tornem a forma habitual de discutir, não que apareçam alguma vez.»

O que significa esta pontuação

As tuas respostas mostram alguma presença de um dos quatro padrões, talvez mais marcada num momento de maior tensão do que no dia a dia habitual. É um ponto intermédio: nem uma gestão do conflito livre destes padrões, nem um padrão instalado como forma predominante de discutir.

Como se nota no dia a dia

  • Notas que nalgumas discussões concretas te escapa a crítica, o sarcasmo ou a evasão, não em todas.
  • Custa-te pedir desculpa primeiro em certas ocasiões, embora não seja o teu padrão geral.
  • Costumas recuperar a proximidade depois de uma discussão, ainda que às vezes demore mais do que gostarias.

Um esclarecimento importante

Este resultado é orientativo e divulgativo, inspirado nos quatro cavaleiros do apocalipse descritos por John Gottman (1999) a partir da sua investigação no «Love Lab»: não é um diagnóstico da relação nem substitui o acompanhamento de um profissional qualificado.

Presença alta dos quatro cavaleiros

A crítica, o desprezo, a atitude defensiva ou a evasão parecem fazer parte habitual de como discutes com o teu parceiro.

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«Quando estes quatro padrões se instalam como forma habitual de discutir, Gottman descreve-os como um dos preditores mais consistentes de que uma relação está a deteriorar-se, mais do que a própria frequência das discussões.»

O que significa esta pontuação

As tuas respostas mostram uma presença frequente de crítica à pessoa (não só ao facto), atitude defensiva, evasão do conflito ou um tom de desprezo, de forma que parecem fazer parte habitual da vossa maneira de discutir, não uma exceção pontual.

Como se nota no dia a dia

  • Custa-te separar «o que ele fez» de «como ele é como pessoa» quando algo te incomoda.
  • Perante uma queixa, o teu primeiro impulso costuma ser defender-te antes de ouvir o que está por trás.
  • Depois de uma discussão, precisas de bastante tempo antes de voltar a sentir proximidade com normalidade.

Um esclarecimento importante

Este resultado é orientativo e divulgativo, inspirado nos quatro cavaleiros do apocalipse descritos por John Gottman (1999) a partir da sua investigação no «Love Lab»: não é um diagnóstico da relação nem substitui o acompanhamento de um profissional qualificado. Gottman descreve também antídotos concretos para cada padrão (queixa suave em vez de crítica, cultura de apreço em vez de desprezo, responsabilidade em vez de defensividade, autoacalmar-se em vez de evadir); se este padrão te preocupa, a terapia de casal é um recurso mais indicado do que qualquer teste divulgativo.

Perguntas frequentes

O que são os quatro cavaleiros do apocalipse de Gottman?

Quatro padrões de conflito (crítica, desprezo, atitude defensiva e evasão) que o psicólogo John Gottman identificou como os melhores preditores do desgaste de uma relação, depois de décadas a observar casais no seu laboratório da Universidade de Washington.

Discutir é sempre mau para uma relação?

Não, segundo Gottman. O que prevê o desgaste não é a frequência das discussões, mas a presença sustentada destes quatro padrões concretos dentro delas.

Um resultado alto significa que a relação está condenada?

Não. Gottman descreve também «antídotos» concretos para cada padrão, e a sua própria investigação mostra que muitos casais revertem estes padrões com trabalho consciente ou acompanhamento profissional.

Este teste é fiável?

É uma aproximação orientativa e de carácter divulgativo, não um instrumento clínico validado. Para uma avaliação da relação, o recomendável é a terapia de casal com um profissional qualificado.

Quanto tempo demora o teste?

Entre 3 e 4 minutos: 15 afirmações com cinco opções de resposta cada uma.