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Qual é o Meu Estilo de Decisão

20 perguntas · ~3 min · Sem registo ·

Pergunta 1 de 20 · estilo de decisão

Antes de decidir, reúno toda a informação relevante que consigo encontrar.

Mais sobre este teste

Scott e Bruce (1995) descreveram cinco estilos de decisão. A maioria das pessoas combina vários consoante o caso.

  • Racional: análise sistemática.
  • Intuitivo: confiança no instinto.
  • Dependente: precisa de apoio externo.
  • Evitante: adia a decisão.
  • Espontâneo: decide depressa e ajusta depois.

20 afirmações, cerca de 4 minutos, para veres qual predomina em ti.

Todos os resultados possíveis

Decisor racional

Analisas a informação disponível e ponderas opções antes de decidir: a lógica e a ordem guiam as tuas decisões mais do que a intuição ou a urgência.

Pessoas com este perfil (atribuição especulativa):

  • Benjamin Franklin
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“O decisor racional não decide depressa: decide com segurança, depois de comparar as opções que tem à frente.”

O que está por trás

É um dos cinco estilos que Scott e Bruce (1995) descreveram no seu modelo de estilos de decisão: procura sistemática de informação, comparação lógica de alternativas e uma sequência clara de passos antes de te comprometeres com uma opção.

Como se manifesta

  • Reúnes dados antes de decidir, mesmo em decisões que outros resolveriam num instante.
  • Fazes listas de prós e contras, mentais ou por escrito.
  • Rendes melhor quando tens tempo para pensar do que quando és pressionado a decidir já.
  • Custa-te comprometeres-te com uma opção se sentes que falta informação.

O teu desafio

Este estilo pode alongar-se em excesso quando a informação nunca está totalmente completa (o que acontece quase sempre): a partir de certo ponto, continuar a analisar deixa de acrescentar valor e só atrasa a decisão.

O que pode ajudar

Impor um limite de tempo ou de informação razoável para decidir é uma estratégia que Kahneman (2011) sugere para evitar que a análise se transforme numa forma de adiar a decisão.

Decisor intuitivo

Confias no teu instinto e decides depressa a partir de uma impressão geral, mais do que de uma análise exaustiva passo a passo.

Pessoas com este perfil (atribuição especulativa):

  • Oprah Winfrey
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“O decisor intuitivo não decide sem pensar: decide com um tipo de pensamento mais rápido e menos consciente do que a análise passo a passo.”

O que está por trás

É outro dos cinco estilos de Scott e Bruce (1995): confiança em pressentimentos, sensações e uma avaliação global da situação. O psicólogo Daniel Kahneman chamou a este modo de pensar «Sistema 1»: rápido, automático e baseado na experiência acumulada, em contraste com o «Sistema 2», mais lento e deliberativo.

Como se manifesta

  • Decides depressa, sem precisares de toda a informação para te sentires seguro.
  • Sabes o que vais escolher antes de terminares de o avaliar conscientemente.
  • Confias que uma decisão que «parece certa» provavelmente é.
  • Rendes bem em contextos que conheces, onde o teu instinto está bem treinado.

O teu desafio

O próprio Kahneman alerta que o Sistema 1 é rápido mas também propenso a enviesamentos, sobretudo em situações novas ou muito diferentes das que já conheces.

O que pode ajudar

Reservar uma análise mais demorada para as decisões de maior peso, sem abdicar da intuição no resto, é um equilíbrio que Kahneman (2011) considera útil.

Decisor dependente

Sentes-te mais seguro a decidir com o apoio ou o conselho de outras pessoas do que estando completamente sozinho perante a decisão.

Pessoas com este perfil (atribuição especulativa):

  • Warren Buffett
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“O decisor dependente não é indeciso: precisa do contraste de outra perspetiva antes de confiar totalmente na sua.”

O que está por trás

Scott e Bruce (1995) descrevem este estilo como uma procura ativa de orientação e apoio social antes de decidir: não é delegar a decisão por completo, mas precisar de validação externa para te sentires seguro com ela.

Como se manifesta

  • Consultas alguém de confiança mesmo em decisões que poderias resolver sozinho.
  • Sentes-te mais tranquilo quando alguém com experiência apoia a tua escolha.
  • Dás muita atenção às opiniões das pessoas à tua volta antes de decidir.
  • Decidir em completo isolamento causa-te mais insegurança do que a própria decisão.

O teu desafio

Depender demasiado do apoio externo pode diluir o teu próprio critério ao longo do tempo, sobretudo se as opiniões que recebes forem contraditórias entre si.

O que pode ajudar

Formar primeiro a tua própria posição e usar o conselho alheio para a contrastar, não para a substituir, é uma nuance que Scott e Bruce (1995) apontam como útil para manter o equilíbrio.

Decisor evitante

Adiar a decisão é, na prática, a tua forma de decidir: custa-te comprometeres-te com uma opção enquanto puderes continuar aberto a outras.

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“O decisor evitante não escolhe entre as opções: tenta, enquanto pode, não ter de escolher.”

O que está por trás

É o estilo que Scott e Bruce (1995) associam a uma tentativa ativa de adiar ou fugir ao momento de decidir, muitas vezes por desconforto perante o compromisso que implica fechar uma opção e descartar as restantes.

Como se manifesta

  • Atrasas decisões importantes tanto quanto podes.
  • Preferes que a situação se resolva sozinha em vez de intervires.
  • Evitas fechar uma opção enquanto existirem alternativas em aberto.
  • Decidir de forma definitiva causa-te mais tensão do que a própria indecisão.

O teu desafio

Não decidir também é uma decisão, com as suas próprias consequências, e costuma correr pior quando é o tempo a decidir por ti em vez de decidires tu de forma consciente.

O que pode ajudar

Impor um prazo concreto para decidir, mesmo que arbitrário, é uma estratégia que Steel (2007) sugere para reduzir a margem de adiar indefinidamente.

Decisor espontâneo

Decides na hora, quase por impulso, e sentes-te confortável a ajustar o rumo pelo caminho em vez de planear tudo de antemão.

Pessoas com este perfil (atribuição especulativa):

  • Richard Branson
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“O decisor espontâneo não decide sem critério: decide depressa e prefere corrigir depois, em vez de planear antes.”

O que está por trás

É o quinto estilo de Scott e Bruce (1995): uma sensação de urgência e imediatismo ao decidir, com preferência por terminar o processo de decisão o quanto antes, mais do que por analisá-lo em profundidade.

Como se manifesta

  • Decides na hora, sem pensar muito de antemão.
  • Sentes-te confortável a deixar margem para a improvisação em decisões importantes.
  • Mudas de opção com facilidade se surgir algo melhor entretanto.
  • Preferes decidir já e ajustar depois, em vez de planear tudo primeiro.

O teu desafio

A rapidez tem um custo em decisões de alto impacto e difícil marcha atrás, onde parar para avaliar consequências importa mais do que no dia a dia.

O que pode ajudar

Reservar a espontaneidade para decisões reversíveis e de baixo risco, dedicando mais tempo às que são mais difíceis de desfazer, é um critério que Scott e Bruce (1995) consideram útil.

Resultado orientativo. Descreve tendências a partir do que respondeste hoje, não um traço fixo nem um rótulo fechado. Não é um diagnóstico.

Como este teste foi feito

O que mede

O teu estilo de decisão predominante entre cinco padrões: racional, intuitivo, dependente, evitante e espontâneo.

O que não significa

Este resultado não é um diagnóstico nem uma medida de se decides bem ou mal.

Os seus limites

É uma adaptação divulgativa de 20 afirmações, autoadministrada e inspirada no modelo académico de Scott e Bruce, não a escala GDMS completa nem um instrumento clínico validado.

Ver a metodologia completa

O que mede

O teu estilo de decisão predominante entre cinco padrões: racional, intuitivo, dependente, evitante e espontâneo.

Que modelo utiliza

Assenta no modelo de estilos de decisão de Suzanne Scott e Ricky Bruce, que descreve cinco formas distintas de encarar uma decisão.

  • Racional: análise sistemática da informação disponível.
  • Intuitivo: confiança no instinto e na impressão geral.
  • Dependente: procura de apoio ou validação externa.
  • Evitante: tendência a adiar ou evitar a decisão.
  • Espontâneo: preferência por decidir rápido e ajustar depois.

De onde vem esse modelo

Scott e Bruce publicaram o modelo em 1995, com a escala General Decision-Making Style (GDMS), na revista Educational and Psychological Measurement.

Como se calcula o resultado

Cada uma das 20 afirmações pontua um dos cinco estilos consoante o teu grau de concordância. Somam-se as pontuações de cada estilo e o que obtém a pontuação mais alta é mostrado como o teu resultado predominante.

O que significa o teu resultado

O estilo com mais pontuação é o que predomina na tua forma de decidir, não o único que usas: a maioria das pessoas combina vários estilos consoante o tipo de decisão.

O que NÃO significa

Este resultado não é um diagnóstico nem uma medida de se decides bem ou mal. Não substitui a avaliação de um profissional, e nenhum estilo é superior aos outros de forma universal.

Limitações

É uma adaptação divulgativa de 20 afirmações, autoadministrada e inspirada no modelo académico de Scott e Bruce, não a escala GDMS completa nem um instrumento clínico validado. Depende da tua própria perceção no momento de responder.

Referências académicas

  • Scott, S. G., & Bruce, R. A. (1995). Decision-making style: The development and assessment of a new measure. Educational and Psychological Measurement, 55(5), 818-831.

Como avaliamos todos os nossos testes

Perguntas frequentes

Quais são os cinco estilos de tomada de decisão?

Segundo Scott e Bruce (1995): racional, intuitivo, dependente, evitante e espontâneo.

Há um estilo melhor do que os outros?

Não de forma universal: cada estilo funciona melhor consoante o tipo de decisão e o tempo disponível. O racional rende bem com tempo, o espontâneo na urgência.

Posso combinar vários estilos?

Sim, é o habitual: muitas pessoas decidem de forma racional no trabalho e mais intuitiva na vida pessoal, por exemplo.

Que relação tem isto com o teste de procrastinação desta mesma categoria?

São construtos relacionados mas diferentes: o estilo evitante de decisão centra-se no momento de escolher, enquanto a procrastinação indecisa se centra no momento de começar a agir.

Este teste substitui uma avaliação psicológica?

Não. É uma aproximação orientativa e divulgativa inspirada no modelo académico de Scott e Bruce, não uma escala clínica validada.

Ver as 7 perguntas
Quanto tempo demora o teste? Quantas perguntas tem?

Tem 20 perguntas e demora cerca de 4-6 minutos.

O teste é gratuito?

Sim, é totalmente gratuito: não é preciso registares-te nem pagar nada para fazer o teste e ver o teu resultado.