Personaramic
Vinculação

Tenho medo do abandono?

15 perguntas · ~2 min ·

Pergunta 1 de 15 · nível de medo do abandono

Antes de alguém se afastar de mim, já estou a imaginar como seria ficar sem essa pessoa.

Mais sobre este teste

Este teste mede uma ideia muito concreta que o psicólogo Walter Riso desenvolve no seu livro sobre desapego (2012): não há vinculação sem medo de a perder. Quanto mais "imprescindível" sentes que é uma relação para a tua vida, mais medo gera a simples possibilidade de a perderes.

  • Baixo: a possibilidade de perderes alguém não condiciona a forma como vives o vínculo.
  • Moderado: o medo surge em momentos concretos, sem dominar as tuas relações.
  • Alto: vives boa parte das tuas relações próximas a antecipar a perda.

15 afirmações, cerca de 3-4 minutos. Pensa nas tuas relações próximas em geral, não apenas numa em concreto.

Todos os resultados possíveis

Medo do abandono baixo

A possibilidade de perder alguém importante não condiciona, em geral, a forma como vives as tuas relações próximas.

Ler mais sobre Medo do abandono baixo

"Não ter medo de perder alguém não significa gostar menos dessa pessoa: significa que esse carinho não depende de viver em alerta constante."

O que significa esta pontuação

Podes gostar de alguém de forma intensa sem que a possibilidade de o/a perder domine a forma como vives a relação dia a dia. Walter Riso chamaria a isto ter "preferências" em vez de "necessidades": escolhes estar com alguém, não dependes disso para sobreviver emocionalmente.

Como se nota no dia a dia

  • Desfrutas do presente de uma relação sem estares atento/a a se vai durar.
  • Um pequeno distanciamento pontual não dispara automaticamente o medo de perder a outra pessoa.
  • Consegues imaginar a tua vida, mesmo que com tristeza, sem uma relação concreta.

Um esclarecimento importante

Este resultado é orientativo e divulgativo, inspirado nas ideias de Walter Riso sobre a vinculação e o medo da perda e na literatura geral sobre o tema: não é um diagnóstico nem substitui a avaliação de um profissional de saúde mental.

Medo do abandono moderado

O medo de perder alguém importante surge em momentos concretos, sem dominar o conjunto das tuas relações.

Ler mais sobre Medo do abandono moderado

"Temer perder algo que te importa de verdade é humano; viver permanentemente instalado nesse temor já é outra coisa."

O que significa esta pontuação

As tuas respostas mostram que, nalgum vínculo concreto (talvez o mais significativo), surge alguma ansiedade perante a possibilidade de o perderes, sem que esse medo se generalize a todas as tuas relações nem ocupe a maior parte da tua energia emocional.

Como se nota no dia a dia

  • Em momentos de incerteza sobre uma relação concreta, custa-te mais do que o habitual desfrutar o presente.
  • Já fizeste algo de que não estavas totalmente convencido/a por medo de que essa relação sofresse.
  • Fora desses momentos pontuais, a tua forma de te vinculares é razoavelmente tranquila.

Um esclarecimento importante

Este resultado é orientativo e divulgativo, inspirado nas ideias de Walter Riso sobre a vinculação e o medo da perda e na literatura geral sobre o tema: não é um diagnóstico nem substitui a avaliação de um profissional de saúde mental.

Medo do abandono alto

Vives boa parte das tuas relações próximas a antecipar, de uma forma ou de outra, a possibilidade de as perderes.

Ler mais sobre Medo do abandono alto

"Não há vinculação sem medo de a perder": quanto mais imprescindível sentes que é uma relação para a tua vida, mais medo gera a simples possibilidade de ela terminar.

O que significa esta pontuação

Walter Riso descreve este padrão no seu livro sobre desapego (2012) como viver "no fio da navalha": uma ansiedade antecipatória face à perda que surge quando se acredita que a fonte de um vínculo é "tudo" e que a perder seria, literalmente, o fim de tudo. As tuas respostas apontam nessa direção.

Como se nota no dia a dia

  • Procuras, sem te propores a isso de todo, sinais de que a outra pessoa se poderia afastar.
  • Custa-te distinguir entre "precisar" de alguém e "preferir" tê-lo/a por perto.
  • Quando uma relação importante termina, demoras muito a aceitar que acabou mesmo.

O que Riso propõe perante este padrão

Uma das práticas centrais do livro é substituir o verbo "precisar" por "preferir": dizer de forma honesta "prefiro-te" em vez de "preciso de ti" não é um jogo de palavras, segundo o autor, mas uma mudança real na relação com o medo da perda. Outra é "aceitar o pior que possa acontecer" de forma deliberada, em vez de evitar pensar nisso: segundo Riso, imaginar conscientemente o cenário temido reduz, paradoxalmente, a ansiedade antecipatória que o acompanha.

Um esclarecimento importante

Este resultado é orientativo e divulgativo, inspirado nas ideias de Walter Riso sobre a vinculação e o medo da perda e na literatura geral sobre o tema: não é um diagnóstico nem substitui a avaliação de um profissional de saúde mental.

Perguntas frequentes

Em que se baseia este teste?

Nas ideias do psicólogo Walter Riso sobre a vinculação e o medo da perda, desenvolvidas no seu livro de 2012 sobre desapego, junto com a literatura geral sobre ansiedade perante a perda de vínculos próximos.

Medo do abandono é o mesmo que vinculação ansiosa?

Estão muito relacionados. A vinculação ansiosa, descrita pela teoria da vinculação de Bowlby, centra-se na necessidade de reafirmação constante; o medo do abandono que este teste mede centra-se especificamente na ansiedade perante a possibilidade da perda em si mesma, com uma origem teórica diferente (a filosofia do desapego que Riso recolhe).

Qual é a diferença entre "precisar" e "preferir" alguém, segundo Riso?

Segundo o autor, "precisar" implica acreditar que não se pode viver sem essa pessoa, o que gera uma ansiedade antecipatória constante perante a possível perda. "Preferir" implica escolher estar com alguém e desfrutar disso enquanto durar, aceitando que a vida continuaria se a relação terminasse.

Este teste substitui uma avaliação psicológica?

Não. É um teste breve e divulgativo. Se o medo de perder as pessoas próximas gera um mal-estar significativo e sustentado, consultar um profissional de psicologia é a via mais indicada.

Quanto tempo demora o teste?

Entre 3 e 4 minutos: 15 afirmações com cinco opções de resposta cada.

O teste é gratuito?

Sim, é totalmente gratuito: não é preciso registares-te nem pagar nada para fazer o teste e ver o teu resultado.

Tenho vinculação segura?

Teste curto de 15 perguntas para saber se te é natural confiar nos outros e manter proximidade emocional sem perder a tua independência.

15 perguntas · ~2 min

Teste de Vinculação

Teste de vinculação: 20 perguntas para descobrires se o teu vínculo emocional é seguro, ansioso, evitante ou desorganizado.

20 perguntas · ~3 min

Estarei numa relação tóxica?

Teste curto de 15 perguntas sobre padrões da tua relação de casal: esgotamento, culpa, isolamento ou ciclos de tensão e reconciliação intensos.

15 perguntas · ~2 min

Tenho vinculação ansiosa?

Teste curto de 15 perguntas para saberes se o medo do abandono e a necessidade de reafirmação condicionam as tuas relações: baixo, moderado ou alto.

15 perguntas · ~2 min

Tenho vinculação desorganizada?

Teste curto de 15 perguntas para saberes se alternas entre procurar proximidade e proteger-te dela nas tuas relações: baixo, moderado ou alto.

15 perguntas · ~2 min