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Vinculação

Tenho dependência emocional nas minhas relações?

15 perguntas · ~2 min · Sem registo ·

Pergunta 1 de 15 · nível de dependência emocional

Sinto que o meu estado de espírito depende em grande parte de como vai a minha relação de casal.

Mais sobre este teste

Este teste mede a dependência emocional: até que ponto o teu bem-estar, as tuas decisões e a tua identidade giram à volta do teu par, para além do carinho ou do compromisso normais de qualquer relação.

  • Baixa: mantés uma vida, critérios e uma identidade próprios dentro da relação.
  • Moderada: priorizas bastante o outro, sem que isso absorva por completo o teu bem-estar.
  • Alta: o teu estado de espírito e o teu sentido de valor próprio dependem em grande medida da relação.

15 afirmações, cerca de 3-4 minutos. Pensa na tua relação de casal atual ou, se não tiveres, no padrão que reconheces em relações anteriores.

Todos os resultados possíveis

Dependência emocional baixa

Mantés uma identidade, critérios e um bem-estar próprios razoavelmente independentes da tua relação de casal.

Ver o detalhe

“Gostar de alguém e precisar de aprovação constante dessa pessoa para te sentires bem contigo próprio/a são coisas diferentes: a primeira é amor, a segunda pesa.”

O que significa esta pontuação

A tua relação de casal ocupa um lugar importante, mas não absorve a tua identidade nem o teu estado de espírito de forma sistemática. Consegues discordar, impor limites ou tomar decisões sem precisares de validação constante.

Como se nota no dia a dia

  • Mantés passatempos, amizades e rotinas próprias à margem da relação.
  • Exprimes desacordo sem medo desproporcionado de que a relação sofra.
  • O teu valor pessoal não sobe nem desce consoante como vai a relação num dado momento.

Um esclarecimento importante

Este resultado é orientativo e divulgativo, inspirado na teoria da vinculação de Bowlby e Ainsworth e na investigação posterior sobre o tema: não é um diagnóstico nem substitui a avaliação de um profissional de saúde mental.

Dependência emocional moderada

Priorizas bastante o teu par acima das tuas próprias necessidades, sem que isso absorva por completo o teu bem-estar ou a tua identidade.

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“Priorizar alguém de quem gostas é normal; fazê-lo quase de forma automática, sem passar pelas tuas próprias necessidades, já começa a ser outra coisa.”

O que significa esta pontuação

As tuas respostas mostram uma tendência real para colocar a outra pessoa à frente e para procurar a sua aprovação, com alguma dificuldade em impor limites, mas sem a dependência mais marcada que as pontuações altas descrevem.

Como se nota no dia a dia

  • Custa-te expressar um desacordo por medo de que a relação sofra.
  • Precisas da aprovação do teu par para te sentires totalmente bem com uma decisão.
  • Fora desses pontos, mantés espaços e critérios próprios.

Um esclarecimento importante

Este resultado é orientativo e divulgativo, inspirado na teoria da vinculação de Bowlby e Ainsworth e na investigação posterior sobre o tema: não é um diagnóstico nem substitui a avaliação de um profissional de saúde mental.

Dependência emocional alta

O teu estado de espírito, as tuas decisões e o teu sentido de valor pessoal dependem em grande medida da tua relação de casal.

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“Quando o bem-estar próprio depende quase por completo de uma única relação, qualquer tensão nela sente-se como uma ameaça a algo muito maior do que a própria relação.”

O que significa esta pontuação

O psicólogo Jorge Castelló Blasco, um dos autores de referência em língua espanhola sobre este tema, descreve a dependência emocional como uma necessidade excessiva do outro que vai além do afeto normal: inclui subordinação na relação, medo intenso da rutura e uma autoestima muito ligada ao vínculo. As tuas respostas apontam nessa direção.

Como se nota no dia a dia

  • Deixaste passatempos, amizades ou rotinas próprias para dedicar mais tempo à relação.
  • Idealizas o teu par mesmo perante sinais claros de que algo não funciona.
  • Custa-te reconhecer, mesmo perante ti próprio/a, quando a relação não te está a fazer bem.

Uma diferença importante em relação à vinculação ansiosa

A dependência emocional partilha com a vinculação ansiosa o medo da perda do vínculo, mas dá mais ênfase à subordinação (renunciar a critérios, gostos ou espaços próprios) do que à simples procura de reafirmação.

Um esclarecimento importante

Este resultado é orientativo e divulgativo, inspirado na teoria da vinculação de Bowlby e Ainsworth e na investigação posterior sobre o tema: não é um diagnóstico nem substitui a avaliação de um profissional de saúde mental.

Resultado orientativo, não diagnóstico. Descreve como te descreveste hoje, não uma perturbação nem uma condição clínica, e não substitui a avaliação de um profissional de saúde mental. Se o que sentes te ultrapassa ou se mantém ao longo do tempo, considera falar sobre isso com um profissional.

Como este teste foi feito

O que mede

Este teste mede a dependência emocional : até que ponto o teu bem-estar, as tuas decisões e a tua identidade giram à volta do teu par, para além do carinho ou do compromisso normais de uma relação.

O que não significa

Este resultado não é um diagnóstico clínico nem substitui a avaliação de um profissional de saúde mental.

Os seus limites

É uma versão autoadministrada e divulgativa de uma caracterização clínica, não um instrumento de diagnóstico validado psicometricamente nem protegido, nem a Entrevista de Vinculação Adulta.

Ver a metodologia completa

O que mede

Este teste mede a dependência emocional: até que ponto o teu bem-estar, as tuas decisões e a tua identidade giram à volta do teu par, para além do carinho ou do compromisso normais de uma relação.

Que modelo utiliza

O teste baseia-se na caracterização clínica da dependência emocional do psicólogo Jorge Castelló Blasco, que a distingue da vinculação ansiosa por colocar a ênfase na subordinação (renunciar a critérios, gostos ou espaços próprios) mais do que na simples procura de reafirmação:

  • Necessidade excessiva do outro, para além do afeto normal.
  • Medo intenso da rutura.
  • Autoestima muito ligada ao vínculo.
  • Subordinação das próprias necessidades às do outro.

De onde vem esse modelo

Castelló Blasco desenvolveu esta caracterização em Dependencia emocional: características y tratamiento (2005), apoiando-se na literatura geral sobre vinculação adulta (Bowlby, Hazan e Shaver) para explicar por que motivo este padrão se instala com mais facilidade em pessoas com um historial de vinculação insegura.

Como se calcula o resultado

São 15 afirmações centradas em indicadores de dependência emocional (subordinação, idealização, dificuldade em impor limites, autoestima ligada à relação). Cada resposta pontua ao mesmo tempo os três níveis de resultado (baixo, moderado, alto); o nível com mais pontos acumulados no final define o teu resultado. Não se usam grupos de consistência neste teste.

O que significa o teu resultado

O resultado indica quanto pesa a dependência emocional na tua relação de casal atual (ou no padrão que reconheces em relações anteriores, se neste momento não tiveres par). É uma posição num contínuo, não uma etiqueta fixa.

O que NÃO significa

Este resultado não é um diagnóstico clínico nem substitui a avaliação de um profissional de saúde mental. Também não implica que a relação em si seja má: o problema nem sempre é a relação, mas sim quanto depende dela o próprio bem-estar.

Limitações

É uma versão autoadministrada e divulgativa de uma caracterização clínica, não um instrumento de diagnóstico validado psicometricamente nem protegido, nem a Entrevista de Vinculação Adulta. Está sujeita, como qualquer autorrelato, a vieses de desejabilidade social e de autoperceção.

Referências académicas

  • Castelló Blasco, J. (2005). Dependencia emocional: características y tratamiento. Alianza Editorial.
  • Bowlby, J. (1969). Attachment and Loss, Vol. 1: Attachment. Basic Books.
  • Hazan, C., & Shaver, P. (1987). Romantic love conceptualized as an attachment process. Journal of Personality and Social Psychology, 52(3), 511-524.

Como avaliamos todos os nossos testes

Perguntas frequentes

Dependência emocional é o mesmo que vinculação ansiosa?

Estão relacionadas mas não são idênticas. A vinculação ansiosa centra-se no medo do abandono e na necessidade de reafirmação; a dependência emocional acrescenta, além disso, a subordinação das próprias necessidades, gostos e espaços aos do par.

Em que se baseia este teste?

Na caracterização clínica da dependência emocional descrita pelo psicólogo Jorge Castelló Blasco (subordinação, desejo de exclusividade, medo da rutura, baixa autoestima), junto com a literatura geral sobre vinculação adulta.

A dependência emocional só existe em relações más?

Não necessariamente. Pode coexistir com uma relação que, objetivamente, funciona bem: o problema nem sempre é a relação em si, mas sim o quanto o próprio bem-estar depende dela.

O que fazer se o meu resultado for alto?

Este teste é orientativo e não substitui uma avaliação profissional. Se reconheces vários destes padrões e eles te causam mal-estar, falar com um psicólogo ou psicóloga é a via mais indicada para trabalhar isso com acompanhamento real.

Quanto tempo demora o teste?

Entre 3 e 4 minutos: 15 afirmações com cinco opções de resposta cada.

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O teste é gratuito?

Sim, é totalmente gratuito: não é preciso registares-te nem pagar nada para fazer o teste e ver o teu resultado.